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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Milton Santos: Política Racial Brasileira

Conteúdo: Mito da Democracia Racial.

"Entrevista realizada no dia 4 de janeiro de 2001. Foi a última concedida pelo professor Milton Santos, precocemente abatido por um câncer em 24 de junho do mesmo ano. O geógrafo se foi, mas seus pensamentos ficaram. Seu ideário político inspiraram o debate sobre a sociedade brasileira e a construção de um novo mundo globalizado." Neste trecho, separado por mim, Milton Santos reflete sobre o processo de políticas raciais que até então se iniciava no Brasil. Uma reflexão bastante intuitiva, alertando sobre as conseqüências negativas do "crescimento separado" entre os grupos étnicos que compõem a nação brasileira. A sua oposição repousa na construção de um Brasil, que respeite a singularidade de suas raízes, e democrático na elaboração de políticas sociais que ampliem o acesso de todos os brasileiros, independente de sua "cor", da sua "raça". Milton Santos desejava que "os negros pudessem crescer para serem brasileiros como quaisquer outro brasileiro, e não, crescer e melhorar como negros em uma sociedade de grupos étnicos separados..." 

Dados Técnicos: Milton Santos, pensador do Brasil, 2001, Diretor: Silvio Tendler

Fonte: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=xp9_fPuYHXc



terça-feira, 15 de novembro de 2011

Mito da Democracia Racial


reflexões a partir do dia da Consciência Negra,

atrasou um pouquinho mas saiu!!


Fonte da Imagem [link]


SOMOS DIFERENTES NA IGUALDADE!

SOMO IGUAIS NA DIFERENÇA!

A ideia de um Brasil formado por uma 'mistura de raças', miscigenação cultural, diferentes etnias e culturas fizeram subentender a ideia de um Brasil sem preconceito e racismo.

Assim surge o termo o Mito da Democracia Racial!

Há sim, uma heterogeneidade na formação do povo brasileiro, assim como também temos uma identidade nacional fundamental para a formação da Nação brasileira e reconhecimento do seu povo.

No entanto, neste processo histórico sempre foram colocados obstáculos à ascensão social para alguns povo e seus descendentes como aos indígenas e africanos!

Desta forma, reconhecer e respeitar as diferenças de valores, religião e costumes dos grupos sociais que formaram e constituem a o povo brasileiro é essencial para eliminar as desigualdades econômicas e a injustiça social. Assim com reconhecer perante a lei essa diversidade também é fundamental para valorização destas diferenças. Por isso cito a frase conhecida:

"Temos o direito de ser iguais sempre que a diferença nos inferioriza; temos o direito de ser diferentes sempre que a igualdade nos descaracteriza." (Boaventura de Sousa Santos)

Por isso:

SOMOS DIFERENTES NA IGUALDADE!

Igualdade aqui refere-se à lei! Perante a lei sim somos todos iguais!

SOMO IGUAIS NA DIFERENÇA!

Diferença em relação à valores, religião, crenças, cultura, orientação sexual etc.






terça-feira, 19 de outubro de 2010

Africanidade

ÁFRICA

Conteúdo: África, Diversidade, Questões étnicas e culturais
Série: Ensino Fundamental e Médio




Geografia da África - Ensino Médio
[Apresentação PPT/PDF]





Lenda Africana - Ensino Fundamental
[Kirikou e a Feiticeira AVI]


quinta-feira, 20 de novembro de 2008

20 de novembro: data maior da negritude brasileira




Dia da Consciência Negra




Atividades:
  • Ressaltar a diversidade étnica e cultural do nosso país,
  • Valorização da cultura negra
  • Não falar só de escravidão, falta de oportunidades, desigualdades socias..
  • Trabalhar as contribuições e invenções de negros que estão presentes até hoje no nosso dia-dia.
  • Quando falamos de negros lembramos de escravidão, heranças na culínária, música e cultura, porém nunca vizualizamos uma pessoa, personalidades negras.


20 de novembro, data maior da negritude brasileira

ZUMBI

Graças ao renascimento dos movimentos negros a partir da década de 70, o centenário da abolição em 1988 representou um momento de reflexão crítica, e não mais uma celebração ufanista.
“Eles [os movimentos negros a partir da década de 70] conseguiram emplacar como a data maior da negritude brasileira, não a data da Lei Áurea, mas a da morte de Zumbi, o líder do quilombo dos Palmares. O 20 de Novembro ressignificou o calendário nacional, ganhando adeptos além das hostes negras. Por outro lado, no curso de uma geração, pode-se perceber um importante movimento de descolonização das mentes dos negros, que hoje assumem com mais orgulho sua cor e suas origens”.
“(...) Se o Brasil aprendeu a não ter vergonha do lado negro de sua cultura, se o samba virou símbolo de identidade nacional, não aconteceu, em paralelo, um esforço do País em promover social e economicamente seus cidadãos negros e mestiços. Repetidas avaliações dos indicadores sociais demonstram que pretos e pardos — as categorias que o censo identifica como afro-descendentes — estão defasados em relação aos brancos nos índices de distribuição de renda, emprego, educação e saúde.”
"O racismo, então, permanece um fenômeno arraigado na sociedade brasileira. (...) A imensa maioria negra permanece "em seu lugar". São raros os rostos negros nos altos escalões do poder político e econômico. (...) Nos poderes executivos, a situação é ainda mais crítica."
"Não é que não tenhamos experimentado progresso. O problema é que os negros têm progredido menos. Têm hoje mais escolaridade do que há 30 anos, mas continuam tendo menos que os brancos. Alcançaram posições mais altas na estrutura de trabalho, mas ganham menos do que os brancos em ocupações semelhantes".
"O discurso e o fenômeno da miscigenação não resolveu o problema racial brasileiro, e em grande medida até mascarou-o e, de alguma forma, agravou-o. (...) Talvez o dilema da nova era seja o de buscar o ponto em que mestiçagem e negritude se encontram para constituir uma força capaz de mudar a história. Temos potencial para isso no País, porque as relações entre negros, mestiços e brancos ainda não alcançaram um nível de conflito insuportável. Mas não há tempo a perder."
Este texto foi extraído do livro Brasil: 500 anos de povoamento /IBGE, 4° capítulo "A presença negra: encontros e conflitos" de João José Reis.
A publicação Brasil: 500 anos de povoamento oferece diversos elementos que permitem um melhor entendimento do verdadeiro "caldeirão étnico" que é o Brasil. Assim, partindo do processo de construção do território nacional, são examinados aspectos da história dos três grandes "povos" definidores da nossa Nação, a saber, os indíge-nas, portugueses e negros. A eles se juntaram, com o passar dos séculos, espanhóis, judeus, alemães, italianos, árabes e japoneses. Todos eles, e mais aqueles não incluídos na presente coletânea, imprimiram – e ainda imprimem – sua marca na formação de uma identidade nacional caracterizada, mais que por quaisquer outros elementos, pela unidade lingüística e integridade territorial.




Algumas invenções negras:

Sarah Boone; uma mulher negra, inventou a tábua de passar roupa.
Jan E. Matzelinger; um homem negro, inventou a máquina de colocar solas nos sapatos.
Lydia O. Newman; uma mulher negra, inventou a escova
Madame C. J. Walker inventou coisas para cuidar dos cabelos
Thomas W. Stewart; um homem negro, inventou o esfregão.
George T. Samon; um homem negro, inventou a secadora de roupas.
John Love; um homem negro, inventou o apontador de lápis
William Purvis; um homem negro, inventou a caneta-tinteiro
Lloyde P. Ray; um homem negro, inventou a pá de lixo.
Lee Burridge inventou a máquina de datilografia
W. A. Lovette; a prensa de impressão avançada.
A máquina de cortar grama foi inventada por um homem negro; John Burr.
Richard Spikes; um homem negro, inventou a mudança automática de marchas
Joseph Gammel; inventou o sistema de supercarga para os motores de combustão interna.
Garret A. Morgan; um homem negro, foi o inventor do semáforo.
John Standard; um homem negro, inventou a geladeira.
Alice Parker; uma mulher negra, inventou a fornalha de aquecimento.
Frederick Jones; um homem negro, inventou o ar condicionado.
o bonde elétrico; foi inventado por outro homem negro, Elbert R. Robinson.
Alexander Miles; foi o inventor do elevador.
Philip Downing; um homem negro, o inventor da caixa de correio
William Berry inventou a máquina de carimbo e de cancelamento postal.
Lewis Howard Latimer; um homem negro, inventou o filamento de dentro da lâmpada elétrica.
Charles Drew; um cientista negro, encontrou uma forma para preservar e estocar o sangue, o que o levou a implantar o primeiro banco de sangue do mundo.
Dr. Daniel Hale Williams; um médico negro, que executou a primeira cirurgia aberta de coração.



Links:


http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/noticias/frameset.php?id=66
http://www.emotioncard.com.br/newsite/usuario/enviar_sem_popup.php?id_cartao=279&id_secao=26
http://www.brazzilbrief.com/viewtopic.php?p=303661&sid=4eccbb83b83581b535549d2acb29b29e
http://www.aomestre.com.br/tur/32.htm

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

20 de Agosto – DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA



O Dia da Consciência Negra é um dia celebrado no Brasil, dedicado a reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O dia é celebrado desde a década de 1970, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos; até então, o movimento negro precisava se contentar com o dia 13 de Maio, Abolição da Escravatura – comemoração que tem sido rejeitada por enfatizar muitas vezes a "generosidade" da princesa Isabel, ou seja, ser uma celebração da atitude de uma branca.


Fonte:

http://pandora.fagoc.br/cgi-bin/fagocnews.cgi?nid=731&acao=shownews






Links:

http://meandros.wordpress.com/2007/05/

http://quilombomoderno.blogspot.com/2007/11/dia-da-conscincia-negra.html