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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Carnaval e Geografia (Fpolis 2011)

Conteúdo: Enredo das escolas de samba de Florianópolis e conteúdos escolares e de Geografia!

Série: Ensino Fundamental e Médio
Atividade: Observar e interpretar a letra dos samba-enredos 2011 e relacionar com conceitos geográficos.

S.R.C. UNIDOS DA COLONINHA - ENREDO CARNAVAL 2011

TÍTULO: “VOSSA MAJESTADE BEIJO-LHE ÀS MÃOS! A TERRA DO PAU-BRASIL É BOA, E, QUERENDO APROVEITÁ-LA, TUDO NELA DÁ.

”Carnavalesco: José Alfredo Beirão Filho

O índio foi quem extraiu
No troca-troca a madeira pau-brasil
E a coroa portuguesa levou nossa riqueza
Para Europa conquistar
A cana-de-açúcar que fez o país prosperar
Escravos trabalhavam sol a sol
Trazidos de além-mar Cidades mineiras a se revelar
Um mundo dourado a brilhar

Que mulher não sonhou ter diamantes
Mas Chica da Silva se fez deslumbrante
A borracha e o café quem é que não quer?
Tesouros dessa terra fascinante

Da crise à evolução Indústrias fortalecem a brava nação
O petróleo, ferro e aço, uniram o país num forte laço

E o período JK fez o povo sonhar, resplandecer... Brasil

Em cada rosto uma expressão
Em cada gesto a emoção
A esperança no olhar Templos de consumo, globalização
Um novo mundo pra ganhar seu coração

Quero tanto dizer como eu amo você
Minha Majestade és tu Coloninha!
Se Caminha escreveu
Esse chão tem riqueza, esse solo é meu!

CONSULADO DO SAMBA - SAMBA ENREDO CARNAVAL 2011



Título: “DANÇA”

Autor: Jorge Rubinei Vaz

Carnavalesco: Raphael Soares


Sob as bênçãos de Shiva eu sou a arte
Na mais bela forma de expressão
Num sopro de vida perco o limite
Quando os meus pés tocam o chão.
Sou raiz, estou nos passos da história das crenças, religiões
Nas belezas africanas viajei... E ao índio da floresta encantei
No bailado dos reis fui a essência magistral
Valsei o lindo minueto
Unindo a corte num cenário genial
Meu corpo é livre imprevisível
Viajo com o meu coração, purificando a minh´alma
Sou personagem da história em evolução
É pura emoção vem ser feliz
O meu tablado é um salão sou aprendiz
Samba mulata faceira, no Swing
Da ordinária bateria do Caeira
Sou tradição popular
De norte a sul te chamo a bailar
Quero brincar nos bumbás do Brasil
Realizar o meu sonho infantil
Eu sou um artista de rua e sou sambista na pista
Do frevo aos grandes festivais
Vestindo a minha dama de vermelho
Vamos dançando em alto astral
Nego Quirido é o palco
E hoje eu sou o carnaval
Vou te chamar pra dançar
E emocionar toda a cidade
Consulado é minha vida
Mexe o corpo na avenida
Explode a Felicidade



COPA LORD - ENREDO CARNAVAL 2011

Título: Enfim... Há mãos e mãos! As tuas, quais são?
Autores:
Celinho da Copa Lord, Wagner Segura, Edu Aguiar e Tom Tom.
Intérprete: Mará


Rompeu as trevas o divino senhor.
Num brilho de encanto, surgiu o universo
Da força da criação.
Mãos que encantam mãos de magia,
Sustentam sonhos e fantasias,
Fazendo o mundo acontecer,
Voando ao infinito,
Buscar abrigo nas divinas mãos do criador,
Doces mãos, que dizem sim e dizem não,
Amparam, embalam, alimentando ilusões,
Verdades, mentiras em nossos corações.
De amarelo, vermelho e branco
Eu tatuei meu coração,
O meu amor por ti é sério,
Está escrito na palma da minha mão.

Descortina a ciência, a arte em sabedoria,
Unindo o homem em todas as eras,
A luz da evolução.
Braços abertos, mãos espalmadas,
Toque sagrado em oração,
Mão que planta, que colhe e faz o pão,
Dignidade pra quem trabalha,
Meu pedacinho de chão,
Justiça no mundo e igualdade,
Trazendo a felicidade.
Sou Guerreira,
Nesse balanço, embalando a mais querida,
Com a Copa Lord lá vou eu,
De mãos dadas e de bem com a vida.




União da Ilha da Magia - Carnaval 2011

Título: Cuba sim! Em nome da verdade.

Compositores: Júlio Maestri e Vinícius da Imperatriz

Uma forte emoção,

No meu coração…

Liberdade!

Eu sou União

A voz de um povo pela igualdade

Sonhos… de um poeta ecoam no ar

Cuba… o desejo de se libertar

Conquistou a independência

Do Tio Sam sofreu influência

Momentos de luta estão na memória

Fidel e Che fizeram história

Me levam na busca por um ideal

Que vai embalar, nosso carnaval!

Guerreiros unidos na Revolução

Pelo bem de uma Nação

Um preço a pagar, não vou negar

Mas a Comunidade em primeiro lugar

Os sonhos se tornam verdade

Trazendo pra muitos a felicidade

Com saúde, educação

A base pra um cidadão

Esporte, cultura, na arte… mistura

Riqueza, o Mundo se encantou

No Cabaré Tropicana,

Carmem Miranda deu um show!

Ilha de pura Magia

Vem sambar…

Verde, Branco e Ouro

Na Avenida vai brilhar




G.R.E.S. Os Protegidos da Princesa - Carnaval 2011 - Samba Concorrente

Título: Ein prosit, Oktober! Cerveja, o pão líquido dos deuses
Autor do enredo: Elson Manoel Pereira
Compositores: Conrado Laurindo, Fred Inspiração, Mancha do Cavaco e Willian Tadeu

Chegou fantasia
Que invade a alma e me faz delirar
Divina criação, o dom de transformar
Será milagre que a natureza brota em um "jardim"?
Traduz a fé em devoção que não tem fim
Prazer que o tempo não pode apagar
Arte de "purificar"
Na Alemanha, o sabor
Com a benção dos deuses, celebra o amor
EM "NOVO MUNDO", EU VI BRILHAR
"FELIZ CIDADE" EM CADA OLHAR
CATARINA, MEU AMOR
TERRA "SANTA" DE ESPLENDOR
Mãos tecendo o progresso
O braço forte arando o chão
Com sangue e suor, ergue a morada
"Sociedade" tão sonhada
"Florescendo" a imigração
Das mesmas águas que trazem lembranças da terra natal
E desafiam a coragem, eu vejo a alegria vencendo o caos
Em cada rua que passo
No mesmo compasso, bate o coração
Outubro é festa, a banda a tocar
Me leva a brindar... cerveja pra comemorar!
HOJE O POVO VAI CANTAR, FELIZ
SOU PROTEGIDOS, SOU RAIZ
VOU ME ACABAR, BRINCAR A NOITE INTEIRA
NA ALEMANHA BRASILEIRA



Links:
http://www.coloninha.org.br/
http://www.gresconsulado.com.br/
http://www.copalord.com.br/home.html
http://www.protegidos.com.br/
http://www.uniaodailhadamagia.com/

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Cidade em versos!

Músicas e Poesias que abordam a cidade e seus personagens!

Dica de material para quem trabalha com a Educação de Jovens e Adultos da Construção Civil!




Cidadão
Composição: Lucio Barbosa

Tá vendo aquele edifício moço
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição
Eram quatro condução
Duas prá ir, duas prá voltar
Hoje depois dele pronto
Olho prá cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado
"Tu tá aí admirado?
Ou tá querendo roubar?"
Meu domingo tá perdido
Vou prá casa entristecido
Dá vontade de beber
E prá aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio
Que eu ajudei a fazer...

Tá vendo aquele colégio moço
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento
Ajudei a rebocar
Minha filha inocente
Vem prá mim toda contente
"Pai vou me matricular"
Mas me diz um cidadão:
"Criança de pé no chão
Aqui não pode estudar"
Essa dor doeu mais forte
Por que é que eu deixei o norte
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava
Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer...

Tá vendo aquela igreja moço
Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo
Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também
Lá foi que valeu a pena
Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse:
"Rapaz deixe de tolice
Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asa
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar"

Hié! Hié! Hié! Hié!
Hié! Oh! Oh! Oh!



O Operário Em Construção
Composição: Vinicius de Moraes

E o Diabo, levando-o a um alto monte, mostrou-lhe num momento de tempo todos os reinos do mundo. E disse-lhe o Diabo:
– Dar-te-ei todo este poder e a sua glória, porque a mim me foi entregue e dou-o a quem quero; portanto, se tu me adorares, tudo será teu.
E Jesus, respondendo, disse-lhe:
– Vai-te, Satanás; porque está escrito: adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele servirás.
Lucas, cap. V, vs. 5-8.

Era ele que erguia casas
Onde antes só havia chão.
Como um pássaro sem asas
Ele subia com as casas
Que lhe brotavam da mão.
Mas tudo desconhecia
De sua grande missão:
Não sabia, por exemplo
Que a casa de um homem é um templo
Um templo sem religião
Como tampouco sabia
Que a casa que ele fazia
Sendo a sua liberdade
Era a sua escravidão.

De fato, como podia
Um operário em construção
Compreender por que um tijolo
Valia mais do que um pão?
Tijolos ele empilhava
Com pá, cimento e esquadria
Quanto ao pão, ele o comia...
Mas fosse comer tijolo!
E assim o operário ia
Com suor e com cimento
Erguendo uma casa aqui
Adiante um apartamento
Além uma igreja, à frente
Um quartel e uma prisão:
Prisão de que sofreria
Não fosse, eventualmente
Um operário em construção.

Mas ele desconhecia
Esse fato extraordinário:
Que o operário faz a coisa
E a coisa faz o operário.
De forma que, certo dia
À mesa, ao cortar o pão
O operário foi tomado
De uma súbita emoção
Ao constatar assombrado
Que tudo naquela mesa
– Garrafa, prato, facão –
Era ele quem os fazia
Ele, um humilde operário,
Um operário em construção.
Olhou em torno: gamela
Banco, enxerga, caldeirão
Vidro, parede, janela
Casa, cidade, nação!
Tudo, tudo o que existia
Era ele quem o fazia
Ele, um humilde operário
Um operário que sabia
Exercer a profissão.

Ah, homens de pensamento
Não sabereis nunca o quanto
Aquele humilde operário
Soube naquele momento!
Naquela casa vazia
Que ele mesmo levantara
Um mundo novo nascia
De que sequer suspeitava.
O operário emocionado
Olhou sua própria mão
Sua rude mão de operário
De operário em construção
E olhando bem para ela
Teve um segundo a impressão
De que não havia no mundo
Coisa que fosse mais bela.

Foi dentro da compreensão
Desse instante solitário
Que, tal sua construção
Cresceu também o operário.
Cresceu em alto e profundo
Em largo e no coração
E como tudo que cresce
Ele não cresceu em vão
Pois além do que sabia
– Exercer a profissão –
O operário adquiriu
Uma nova dimensão:
A dimensão da poesia.

E um fato novo se viu
Que a todos admirava:
O que o operário dizia
Outro operário escutava.

E foi assim que o operário
Do edifício em construção
Que sempre dizia sim
Começou a dizer não.
E aprendeu a notar coisas
A que não dava atenção:

Notou que sua marmita
Era o prato do patrão
Que sua cerveja preta
Era o uísque do patrão
Que seu macacão de zuarte
Era o terno do patrão
Que o casebre onde morava
Era a mansão do patrão
Que seus dois pés andarilhos
Eram as rodas do patrão
Que a dureza do seu dia
Era a noite do patrão
Que sua imensa fadiga
Era amiga do patrão.

E o operário disse: Não!
E o operário fez-se forte
Na sua resolução.

Como era de se esperar
As bocas da delação
Começaram a dizer coisas
Aos ouvidos do patrão.
Mas o patrão não queria
Nenhuma preocupação
– "Convençam-no" do contrário –
Disse ele sobre o operário
E ao dizer isso sorria.

Dia seguinte, o operário
Ao sair da construção
Viu-se súbito cercado
Dos homens da delação
E sofreu, por destinado
Sua primeira agressão.
Teve seu rosto cuspido
Teve seu braço quebrado
Mas quando foi perguntado
O operário disse: Não!

Em vão sofrera o operário
Sua primeira agressão
Muitas outras se seguiram
Muitas outras seguirão.
Porém, por imprescindível
Ao edifício em construção
Seu trabalho prosseguia
E todo o seu sofrimento
Misturava-se ao cimento
Da construção que crescia.

Sentindo que a violência
Não dobraria o operário
Um dia tentou o patrão
Dobrá-lo de modo vário.
De sorte que o foi levando
Ao alto da construção
E num momento de tempo
Mostrou-lhe toda a região
E apontando-a ao operário
Fez-lhe esta declaração:
– Dar-te-ei todo esse poder
E a sua satisfação
Porque a mim me foi entregue
E dou-o a quem bem quiser.
Dou-te tempo de lazer
Dou-te tempo de mulher.
Portanto, tudo o que vês
Será teu se me adorares
E, ainda mais, se abandonares
O que te faz dizer não.

Disse, e fitou o operário
Que olhava e que refletia
Mas o que via o operário
O patrão nunca veria.
O operário via as casas
E dentro das estruturas
Via coisas, objetos
Produtos, manufaturas.
Via tudo o que fazia
O lucro do seu patrão
E em cada coisa que via
Misteriosamente havia
A marca de sua mão.
E o operário disse: Não!

– Loucura! – gritou o patrão
Não vês o que te dou eu?
– Mentira! – disse o operário
Não podes dar-me o que é meu.

E um grande silêncio fez-se
Dentro do seu coração
Um silêncio de martírios
Um silêncio de prisão.
Um silêncio povoado
De pedidos de perdão
Um silêncio apavorado
Com o medo em solidão.

Um silêncio de torturas
E gritos de maldição
Um silêncio de fraturas
A se arrastarem no chão.
E o operário ouviu a voz
De todos os seus irmãos
Os seus irmãos que morreram
Por outros que viverão.
Uma esperança sincera
Cresceu no seu coração
E dentro da tarde mansa
Agigantou-se a razão
De um homem pobre e esquecido
Razão porém que fizera
Em operário construído
O operário em construção.

Barracos(ESCOMBROS)
Netinho

Pra quem mora lá no morro
Esse barraco vai cair
Eu não me canso de avisar
Ele não tem alvenaria
Não tem coluna pra apoiar
Ai, eu não quero ver o dia
Dessa zorra desabar
Pra quem vive nos escombros
Sem poesia e sem paixão
Sem mel, sem céu, sem sonho
Com o coração na mão
Pra quem tá no fim da fila
Tá num beco sem saída
Tá perdendo a graça
Tá ganhando mais ferida
Esse barraco vai cair...

Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Vai desabar
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Não dá pra viver lá





Nos Barracos da Cidade

Composição: gilberto gil

Nos barracos da cidade
Ninguém mais tem ilusão
No poder da autoridade
De tomar a decisão
E o poder da autoridade, se pode, não faz questão
Mas se faz questão, não
Consegue
Enfrentar o tubarão

Ôôô , ôô
Gente estúpida
Ôôô , ôô
Gente hipócrita

E o governador promete,
Mas o sistema diz não
Os lucros são muito grandes,
Grandes... ie, ie
E ninguém quer abrir mão, não
Mesmo uma pequena parte
Já seria a solução
Mas a usura dessa gente
Já virou um aleijão

Ôôô , ôô
Gente estúpida
Ôôô , ôô
Gente hipócrita

Ôôô , ôô
Gente estúpida
Ôôô , ôô
Gente hipócrita
Ôôô , ôô
Gente estúpida
Ôôô , ôô
Gente hipócrita


Letras:
http://letras.terra.com.br
http://www.nomorelyrics.net
http://letras.terra.com.br


Vídeos:

http://www.youtube.com/

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Músicas e Escola!

Algumas dicas de Músicas que tratam do cotidiano escolar:


Estudo Errado
Composição: Gabriel, O Pensador

Eu tô aqui Pra quê?
Será que é pra aprender?
Ou será que é pra sentar, me acomodar e obedecer?
Tô tentando passar de ano pro meu pai não me bater
Sem recreio de saco cheio porque eu não fiz o dever
A professora já tá de marcação porque sempre me pega
Disfarçando, espiando, colando toda prova dos colegas
E ela esfrega na minha cara um zero bem redondo
E quando chega o boletim lá em casa eu me escondo
Eu quero jogar botão, vídeo-game, bola de gude
Mas meus pais só querem que eu "vá pra aula!" e "estude!"
Então dessa vez eu vou estudar até decorar cumpádi
Pra me dar bem e minha mãe deixar ficar acordado até mais tarde
Ou quem sabe aumentar minha mesada
Pra eu comprar mais revistinha (do Cascão?)
Não. De mulher pelada
A diversão é limitada e o meu pai não tem tempo pra nada
E a entrada no cinema é censurada (vai pra casa pirralhada!)
A rua é perigosa então eu vejo televisão
(Tá lá mais um corpo estendido no chão)
Na hora do jornal eu desligo porque eu nem sei nem o que é inflação
- Ué não te ensinaram?
- Não. A maioria das matérias que eles dão eu acho inútil
Em vão, pouco interessantes, eu fico pu..
Tô cansado de estudar, de madrugar, que sacrilégio
(Vai pro colégio!!)
Então eu fui relendo tudo até a prova começar
Voltei louco pra contar:
Manhê! Tirei um dez na prova
Me dei bem tirei um cem e eu quero ver quem me reprova
Decorei toda lição
Não errei nenhuma questão
Não aprendi nada de bom
Mas tirei dez (boa filhão!)
Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci
Decorei, copiei, memorizei, mas não entendi
Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci
Decorei, copiei, memorizei, mas não entendi
Decoreba: esse é o método de ensino
Eles me tratam como ameba e assim eu não raciocino
Não aprendo as causas e conseqüências só decoro os fatos
Desse jeito até história fica chato
Mas os velhos me disseram que o "porque" é o segredo
Então quando eu num entendo nada, eu levanto o dedo
Porque eu quero usar a mente pra ficar inteligente
Eu sei que ainda não sou gente grande, mas eu já sou gente
E sei que o estudo é uma coisa boa
O problema é que sem motivação a gente enjoa
O sistema bota um monte de abobrinha no programa
Mas pra aprender a ser um ingonorante (...)
Ah, um ignorante, por mim eu nem saía da minha cama (Ah, deixa eu dormir)
Eu gosto dos professores e eu preciso de um mestre
Mas eu prefiro que eles me ensinem alguma coisa que preste
- O que é corrupção? Pra que serve um deputado?
Não me diga que o Brasil foi descoberto por acaso!
Ou que a minhoca é hermafrodita
Ou sobre a tênia solitária.
Não me faça decorar as capitanias hereditárias!! (...)
Vamos fugir dessa jaula!
"Hoje eu tô feliz" (matou o presidente?)
Não. A aula
Matei a aula porque num dava
Eu não agüentava mais
E fui escutar o Pensador escondido dos meus pais
Mas se eles fossem da minha idade eles entenderiam
(Esse num é o valor que um aluno merecia!)
Íííh... Sujô (Hein?)
O inspetor!
(Acabou a farra, já pra sala do coordenador!)
Achei que ia ser suspenso mas era só pra conversar
E me disseram que a escola era meu segundo lar
E é verdade, eu aprendo muita coisa realmente
Faço amigos, conheço gente, mas não quero estudar pra sempre!
Então eu vou passar de ano
Não tenho outra saída
Mas o ideal é que a escola me prepare pra vida
Discutindo e ensinando os problemas atuais
E não me dando as mesmas aulas que eles deram pros meus pais
Com matérias das quais eles não lembram mais nada
E quando eu tiro dez é sempre a mesma palhaçada

Refrão

Encarem as crianças com mais seriedade
Pois na escola é onde formamos nossa personalidade
Vocês tratam a educação como um negócio onde a ganância, a exploração, e a indiferença são sócios
Quem devia lucrar só é prejudicado
Assim vocês vão criar uma geração de revoltados
Tá tudo errado e eu já tou de saco cheio
Agora me dá minha bola e deixa eu ir embora pro recreio...

Juquinha você tá falando demais assim eu vou ter que lhe deixar sem recreio!
Mas é só a verdade professora!
Eu sei, mas colabora se não eu perco o meu emprego.



No Fundo do Quintal Da Escola
Composição: Raul Seixas e Claudio Roberto

Não sei onde eu to indo
Mas sei que eu to no meu caminho
Enquanto você me critica, eu to no meu caminho
Eu sou o que sou, porque eu vivo a minha maneira
Só sei que eu sinto que foi sempre assim minha vida inteira
Eu sei..
Não sei onde eu to indo
Mas sei que eu to no meu caminho
Enquanto você me critica, eu to meu caminho
Desde aquele tempo enquanto o resto da turma se juntava pra:
Bate uma bola!
Eu pulava o muro, com Zézinho no fundo do quintal da escola
Não sei onde eu to indo
Mas sei que eu to no meu caminho
Enquanto você me critica, eu to meu caminho
Você esperando respostas, olhando pro espaço
E eu tão ocupado vivendo, eu não me pergunto, eu faço
Não sei onde eu to indo
Mas sei que eu to no meu caminho
Enquanto você me critica, eu to meu caminho
E se você quiser contar comigo e melhor não me chamar pra jogar bola
To pulando o muro com o Zézinho no Fundo do quintal da escola
Eu to..
Eu to pulando o muro com o Zézinho no Fundo do quintal daescola
Eu to..
Eu to pulando o muro com o Zézinho no Fundo do quintal daescola
Eu sempre estive lá
Eu to pulando o muro com o Zézinho no Fundo do quintal daescola



Festa da Escola
Composição: Mc Marcinho

Foi na festa da escola que tudo começou,
Eu olhei pra ela e ela me olhou,
Pois ainda não entendo por que me deixou,
Volte pra mim meu amor!

Mostra o que é amor pra essa rapaziada DJ!

Eu não tiro da cabeça aquela gata,
A gente conversava lá na praça,
Mas o dia foi passando quando eu me toquei,
Que foi por você que eu me apaixonei,
Nosso amor foi aumentando a cada momento,
E eu fiquei pensando logo em casamento.

Amor por que você me deixou assim,
Eu peço por favor volte pra mim. (2x)
É que eu moro na estrada da Possê!
Eu digo para o mundo que eu amo você
É que eu moro na estrada da Possê!
Nosso amor é lindo só quero você!

Amor, eu quero sempre está ao seu lado
Te fazer carinho, ser seu namorado,
Quando eu estou em casa só fico pensando,
Por onde você deve estar andando,
Todo mundo nessa vida teve uma paixão,
Mas foi ela que conquistou o meu coração!

Amor por que você me deixou assim,
Eu peço por favor volte pra mim. (2x)
É que eu moro na estrada da Possê!
Eu digo para o mundo que eu amo você
É que eu moro na estrada da Possê!
Nosso amor é lindo só quero você!

Eu ainda acredito que não terminou,
Mas foi muito bom enquanto durou,
Mas as pessoas quando gostam não tem traição,
Fica apenas concentrada naquela paixão,
O que eu cantei agora foi a realidade,
O que era amor tornou-se amizade!

Amor por que você me deixou assim,
Eu peço por favor volte pra mim. (2x)
É que eu moro na estrada da Posse!
Eu digo para o mundo que eu amo você
É que eu moro na estrada da Posse!
Nosso amor é lindo só quero você!

Eu não tiro da cabeça aquela gata,
A gente conversava lá na praça,
Mas o dia foi passando quando eu me toquei,
Que foi por você que eu me apaixonei,
Nosso amor foi aumentando a cada momento,
E eu fiquei pensando logo em casamento

Amor por que você me deixou assim,
Eu peço por favor volte pra mim. (2x)
É que eu moro na estrada da Possê!
Eu digo para o mundo que eu amo você
É que eu moro na estrada da Possê!
Nosso amor é lindo só quero você!




Letra: http://letras.terra.com.br/
Vídeo: http://www.youtube.com/

terça-feira, 29 de abril de 2008

Cidade

A Cidade

Conteúdo: Carascterísticas das cidades, vida urbana.
Série: 6ª e 7ª séries.

Atividade: Escutar músicas que falam sobre a cidade e a vida urbana, trabalhar encima da letra e dos ritmos destas melodias.

Dicas: Algumas dicas de musicas:


A cidade
nação zumbi

O sol nasce e ilumina as pedras evoluídas
Que cresceram com a força de pedreiros suicidas
Cavaleiros circulam vigiando as pessoas
Não importa se são ruins, nem importa se são boas
E a cidade se apresenta centro das ambições
Para mendigos ou ricos e outras armações
Coletivos, automóveis, motos e metrôs
Trabalhadores, patrões, policiais, camelôs
A cidade não para, a cidade só cresce
O de cima sobe e o de baixo desce
A cidade não para, a cidade só cresce
O de cima sobe e o de baixo desce
A cidade se encontra prostituída, por aqueles que a usaram embusca de saída
Ilusora de pessoas de outros lugares, a cidade e sua fama vaialém dos mares/ No meio da esperteza internacional
A cidade até que não está tão mal
E a situação sempre mais ou menos
Sempre uns com mais e outros com menos
A cidade não para, a cidade só cresce
O de cima sobe e o de baixo desce
A cidade não para, a cidade só cresce
O de cima sobe e o de baixo desce
Eu vou fazer uma embolada, um samba, um maracatu
Tudo bem envenenado, bom pra mim e bom pra tu
Pra a gente sair da lama e enfrentar os urubu
Num dia de sol Recife acordou
Com a mesma fedentina do dia anterior.

A partir dessa análise, é INCORRETO afirmar que, nesse trecho de música, o autor
A) considera a exclusão social como uma característica marcante das sociedades urbanas, que tem aumentado à medida que se intensifica a concentração de renda.
B) denuncia a pequena mobilidade econômica das classes sociais, decorrente da intensificação da divisão do trabalho que acompanha o processo de urbanização.
C) exalta o modo de vida urbano ao alegar que, nas cidades, a posse de bens duráveis – como automóveis e motocicletas – é traço característico de seus habitantes.
D) inclui o contingente populacional urbano inserido no mercado de trabalho informal, comumente ligado à expansão do subemprego e do desemprego estrutural.
Fonte: http://www.ufmg.br/copeve/download/pdf/2007/1etapa/1geografiacad1.pdf


ENCONTROS E DESPEDIDAS
MARIA RITA

Mande notícias do mundo de lá, diz quem fica.
Me dê um abraço, Venha me apertar. Tô chegando
Coisa que gosto, É poder partir sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar quando quero
Todos os dias é um vai e vem. A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar, tem gente que vai pra nunca mais.
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim chegar, e partir...
São só dois lados da mesma viagem
O trem que chega é o mesmo trem da partida
A hora do encontro e também despedida
A plataforma dessa estação
É a vida desse meu lugar
É a vida desse meu lugar
É a vida...
Todos os dias é um vai e vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim chegar e partir



Gentileza
Marisa Monte

Apagaram tudo
Pintaram tudo de cinza
A palavra no muro
Ficou coberta de tinta

Apagaram tudo
Pintaram tudo de cinza
Só ficou no muro
Tristeza e tinta fresca

Nós que passamos apressados
Pelas ruas da cidade
Merecemos ler as letras
E as palavras de Gentileza

Por isso eu pergunto
À você no mundo
Se é mais inteligente
O livro ou a sabedoria

O mundo é uma escola
A vida é o circo
Amor palavra que liberta
Já dizia o Profeta
Links:
Trajetória de Chico Science
Como montar Clips de música: uma experiência de Levon Blovian, com a música A Cidade de Chico Science.