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sexta-feira, 1 de junho de 2012
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Humor: Construção Civil!
Camarada vai trabalhar numa obra, como ajudante de pedreiro.
Logo no primeiro dia, o mestre-de-obras chama a sua atenção:
— Ô, Vicente! Os outros serventes levam dez tijolos de cada vez! Por que você leva só cinco?
— Ah, o senhor sabe como tem gente folgada nesse mundo! Vai ver eles têm preguiça de fazer duas viagens.
Fonte: http://www.blogger.com/feeds/3898443737961424595/posts/default Imagem: http://positivopensamento.blogspot.com/2008/12/o-pedreiro.html
Cidade em versos!
Dica de material para quem trabalha com a Educação de Jovens e Adultos da Construção Civil!
Cidadão
Composição: Lucio Barbosa
Tá vendo aquele edifício moço
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição
Eram quatro condução
Duas prá ir, duas prá voltar
Hoje depois dele pronto
Olho prá cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado
"Tu tá aí admirado?
Ou tá querendo roubar?"
Meu domingo tá perdido
Vou prá casa entristecido
Dá vontade de beber
E prá aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio
Que eu ajudei a fazer...
Tá vendo aquele colégio moço
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento
Ajudei a rebocar
Minha filha inocente
Vem prá mim toda contente
"Pai vou me matricular"
Mas me diz um cidadão:
"Criança de pé no chão
Aqui não pode estudar"
Essa dor doeu mais forte
Por que é que eu deixei o norte
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava
Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer...
Tá vendo aquela igreja moço
Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo
Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também
Lá foi que valeu a pena
Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse:
"Rapaz deixe de tolice
Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asa
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar"
Hié! Hié! Hié! Hié!
Hié! Oh! Oh! Oh!
Composição: Vinicius de Moraes
E o Diabo, levando-o a um alto monte, mostrou-lhe num momento de tempo todos os reinos do mundo. E disse-lhe o Diabo:
– Dar-te-ei todo este poder e a sua glória, porque a mim me foi entregue e dou-o a quem quero; portanto, se tu me adorares, tudo será teu.
E Jesus, respondendo, disse-lhe:
– Vai-te, Satanás; porque está escrito: adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele servirás.
Lucas, cap. V, vs. 5-8.
Era ele que erguia casas
Onde antes só havia chão.
Como um pássaro sem asas
Ele subia com as casas
Que lhe brotavam da mão.
Mas tudo desconhecia
De sua grande missão:
Não sabia, por exemplo
Que a casa de um homem é um templo
Um templo sem religião
Como tampouco sabia
Que a casa que ele fazia
Sendo a sua liberdade
Era a sua escravidão.
De fato, como podia
Um operário em construção
Compreender por que um tijolo
Valia mais do que um pão?
Tijolos ele empilhava
Com pá, cimento e esquadria
Quanto ao pão, ele o comia...
Mas fosse comer tijolo!
E assim o operário ia
Com suor e com cimento
Erguendo uma casa aqui
Adiante um apartamento
Além uma igreja, à frente
Um quartel e uma prisão:
Prisão de que sofreria
Não fosse, eventualmente
Um operário em construção.
Mas ele desconhecia
Esse fato extraordinário:
Que o operário faz a coisa
E a coisa faz o operário.
De forma que, certo dia
À mesa, ao cortar o pão
O operário foi tomado
De uma súbita emoção
Ao constatar assombrado
Que tudo naquela mesa
– Garrafa, prato, facão –
Era ele quem os fazia
Ele, um humilde operário,
Um operário em construção.
Olhou em torno: gamela
Banco, enxerga, caldeirão
Vidro, parede, janela
Casa, cidade, nação!
Tudo, tudo o que existia
Era ele quem o fazia
Ele, um humilde operário
Um operário que sabia
Exercer a profissão.
Ah, homens de pensamento
Não sabereis nunca o quanto
Aquele humilde operário
Soube naquele momento!
Naquela casa vazia
Que ele mesmo levantara
Um mundo novo nascia
De que sequer suspeitava.
O operário emocionado
Olhou sua própria mão
Sua rude mão de operário
De operário em construção
E olhando bem para ela
Teve um segundo a impressão
De que não havia no mundo
Coisa que fosse mais bela.
Foi dentro da compreensão
Desse instante solitário
Que, tal sua construção
Cresceu também o operário.
Cresceu em alto e profundo
Em largo e no coração
E como tudo que cresce
Ele não cresceu em vão
Pois além do que sabia
– Exercer a profissão –
O operário adquiriu
Uma nova dimensão:
A dimensão da poesia.
E um fato novo se viu
Que a todos admirava:
O que o operário dizia
Outro operário escutava.
E foi assim que o operário
Do edifício em construção
Que sempre dizia sim
Começou a dizer não.
E aprendeu a notar coisas
A que não dava atenção:
Notou que sua marmita
Era o prato do patrão
Que sua cerveja preta
Era o uísque do patrão
Que seu macacão de zuarte
Era o terno do patrão
Que o casebre onde morava
Era a mansão do patrão
Que seus dois pés andarilhos
Eram as rodas do patrão
Que a dureza do seu dia
Era a noite do patrão
Que sua imensa fadiga
Era amiga do patrão.
E o operário disse: Não!
E o operário fez-se forte
Na sua resolução.
Como era de se esperar
As bocas da delação
Começaram a dizer coisas
Aos ouvidos do patrão.
Mas o patrão não queria
Nenhuma preocupação
– "Convençam-no" do contrário –
Disse ele sobre o operário
E ao dizer isso sorria.
Dia seguinte, o operário
Ao sair da construção
Viu-se súbito cercado
Dos homens da delação
E sofreu, por destinado
Sua primeira agressão.
Teve seu rosto cuspido
Teve seu braço quebrado
Mas quando foi perguntado
O operário disse: Não!
Em vão sofrera o operário
Sua primeira agressão
Muitas outras se seguiram
Muitas outras seguirão.
Porém, por imprescindível
Ao edifício em construção
Seu trabalho prosseguia
E todo o seu sofrimento
Misturava-se ao cimento
Da construção que crescia.
Sentindo que a violência
Não dobraria o operário
Um dia tentou o patrão
Dobrá-lo de modo vário.
De sorte que o foi levando
Ao alto da construção
E num momento de tempo
Mostrou-lhe toda a região
E apontando-a ao operário
Fez-lhe esta declaração:
– Dar-te-ei todo esse poder
E a sua satisfação
Porque a mim me foi entregue
E dou-o a quem bem quiser.
Dou-te tempo de lazer
Dou-te tempo de mulher.
Portanto, tudo o que vês
Será teu se me adorares
E, ainda mais, se abandonares
O que te faz dizer não.
Disse, e fitou o operário
Que olhava e que refletia
Mas o que via o operário
O patrão nunca veria.
O operário via as casas
E dentro das estruturas
Via coisas, objetos
Produtos, manufaturas.
Via tudo o que fazia
O lucro do seu patrão
E em cada coisa que via
Misteriosamente havia
A marca de sua mão.
E o operário disse: Não!
– Loucura! – gritou o patrão
Não vês o que te dou eu?
– Mentira! – disse o operário
Não podes dar-me o que é meu.
E um grande silêncio fez-se
Dentro do seu coração
Um silêncio de martírios
Um silêncio de prisão.
Um silêncio povoado
De pedidos de perdão
Um silêncio apavorado
Com o medo em solidão.
Um silêncio de torturas
E gritos de maldição
Um silêncio de fraturas
A se arrastarem no chão.
E o operário ouviu a voz
De todos os seus irmãos
Os seus irmãos que morreram
Por outros que viverão.
Uma esperança sincera
Cresceu no seu coração
E dentro da tarde mansa
Agigantou-se a razão
De um homem pobre e esquecido
Razão porém que fizera
Em operário construído
O operário em construção.
Barracos(ESCOMBROS)
Netinho
Pra quem mora lá no morro
Esse barraco vai cair
Eu não me canso de avisar
Ele não tem alvenaria
Não tem coluna pra apoiar
Ai, eu não quero ver o dia
Dessa zorra desabar
Pra quem vive nos escombros
Sem poesia e sem paixão
Sem mel, sem céu, sem sonho
Com o coração na mão
Pra quem tá no fim da fila
Tá num beco sem saída
Tá perdendo a graça
Tá ganhando mais ferida
Esse barraco vai cair...
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Vai desabar
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Não dá pra viver lá
Nos Barracos da Cidade
Composição: gilberto gil
Nos barracos da cidade
Ninguém mais tem ilusão
No poder da autoridade
De tomar a decisão
E o poder da autoridade, se pode, não faz questão
Mas se faz questão, não
Consegue
Enfrentar o tubarão
Ôôô , ôô
Gente estúpida
Ôôô , ôô
Gente hipócrita
E o governador promete,
Mas o sistema diz não
Os lucros são muito grandes,
Grandes... ie, ie
E ninguém quer abrir mão, não
Mesmo uma pequena parte
Já seria a solução
Mas a usura dessa gente
Já virou um aleijão
Ôôô , ôô
Gente estúpida
Ôôô , ôô
Gente hipócrita
Ôôô , ôô
Gente estúpida
Ôôô , ôô
Gente hipócrita
Ôôô , ôô
Gente estúpida
Ôôô , ôô
Gente hipócrita
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Vídeos:
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quarta-feira, 8 de abril de 2009
OFICINA MINHA CIDADE
- Registro através de um desenho da cidade onde os alunos vivem, alguns alunos optaram por descrever, assim como outros preferiram representar a sua cidade natal e não a atual onde vivem. Tudo foi aceito e válido.
- Socialização dos desenhos, pois sendo na maioria representações do mesmo município, houve várias conotações diferentes.
- Observação de outras representações de Florianópolis: Revista "Eu Vivo Floripa!"Eu Vivo Floripa, de Paulinho Ferrarini, editora Letra ; o livro "Florianópolis: A cidade vista por seus personagens", editora Pentagrama; folders e mapas turísticos da cidade.
- Registrar a percepção dos alunos em ralação ao lugar onde moram.
- Discutir sobre os diferentes pontos de vistas sobre a mesma cidade, assim como relacionar com o que é passado pela televisão, jornal sobre estes lugares.
- Analisar as referências espaciais dos alunos.
- Introdução às formas de representações da cidade.
- Despertar nos alunos seus olhares para os lugares onde vivem; principalmente em relação as pesquisas que estão realizando, de que maneira o assunto pesquisado está presente, influi ou relaciona-se com sua cidade.
Algumas Considerações:
- Em praticamente em todos os desenhos os Morros de Fpolis estão presentes, tendo em vista a localização de moradia de nossos alunos. No entando nos mapas e folders, os morros parecem não terem moradores, pois são áreas verdes, sem nenhuma representação das vielas, casas e comércios.
- Na revista e no livro há apenas pessoas e lugares bonitos, refletimos: Será que é só isso que tem nossa cidade?, Porque não mostraram outras coisas?, Qual o objetivo desses materias?
- Outro ponto importante foi perceber como foi difícil para os alunos representarem toda a cidade, muitos não conseguiam se posicionar numa visão vertical como observadores. A maioria representou trajeto casa-escola ou a rua em que vivem.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Transformações do Campo em Quadrinhos
Série: 6ª série
- A partir de huma hitória em quadrinhos elaborada sobre as transformações do campo, peça aos alunos para representarem cada informação em cada um dos quadros.
Dicas:
- A partir de alguma fonte (livro ou um texto) peça aos alunos construirem a história em quadrinhos, de acordo com a interpretação e interesse deles.
terça-feira, 29 de abril de 2008
Cidade
Conteúdo: Carascterísticas das cidades, vida urbana.
Série: 6ª e 7ª séries.
Atividade: Escutar músicas que falam sobre a cidade e a vida urbana, trabalhar encima da letra e dos ritmos destas melodias.
Dicas: Algumas dicas de musicas:
O sol nasce e ilumina as pedras evoluídas
Que cresceram com a força de pedreiros suicidas
Cavaleiros circulam vigiando as pessoas
Não importa se são ruins, nem importa se são boas
E a cidade se apresenta centro das ambições
Para mendigos ou ricos e outras armações
Coletivos, automóveis, motos e metrôs
Trabalhadores, patrões, policiais, camelôs
A cidade não para, a cidade só cresce
O de cima sobe e o de baixo desce
A cidade não para, a cidade só cresce
O de cima sobe e o de baixo desce
A cidade se encontra prostituída, por aqueles que a usaram embusca de saída
Ilusora de pessoas de outros lugares, a cidade e sua fama vaialém dos mares/ No meio da esperteza internacional
A cidade até que não está tão mal
E a situação sempre mais ou menos
Sempre uns com mais e outros com menos
A cidade não para, a cidade só cresce
O de cima sobe e o de baixo desce
A cidade não para, a cidade só cresce
O de cima sobe e o de baixo desce
Eu vou fazer uma embolada, um samba, um maracatu
Tudo bem envenenado, bom pra mim e bom pra tu
Pra a gente sair da lama e enfrentar os urubu
Num dia de sol Recife acordou
Com a mesma fedentina do dia anterior.
A partir dessa análise, é INCORRETO afirmar que, nesse trecho de música, o autor
A) considera a exclusão social como uma característica marcante das sociedades urbanas, que tem aumentado à medida que se intensifica a concentração de renda.
B) denuncia a pequena mobilidade econômica das classes sociais, decorrente da intensificação da divisão do trabalho que acompanha o processo de urbanização.
C) exalta o modo de vida urbano ao alegar que, nas cidades, a posse de bens duráveis – como automóveis e motocicletas – é traço característico de seus habitantes.
D) inclui o contingente populacional urbano inserido no mercado de trabalho informal, comumente ligado à expansão do subemprego e do desemprego estrutural.
Mande notícias do mundo de lá, diz quem fica.
Me dê um abraço, Venha me apertar. Tô chegando
Coisa que gosto, É poder partir sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar quando quero
Todos os dias é um vai e vem. A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar, tem gente que vai pra nunca mais.
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim chegar, e partir...
São só dois lados da mesma viagem
O trem que chega é o mesmo trem da partida
A hora do encontro e também despedida
A plataforma dessa estação
É a vida desse meu lugar
É a vida desse meu lugar
É a vida...
Todos os dias é um vai e vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim chegar e partir
Marisa Monte
Apagaram tudo
Pintaram tudo de cinza
A palavra no muro
Ficou coberta de tinta
Apagaram tudo
Pintaram tudo de cinza
Só ficou no muro
Tristeza e tinta fresca
Nós que passamos apressados
Pelas ruas da cidade
Merecemos ler as letras
E as palavras de Gentileza
Por isso eu pergunto
À você no mundo
Se é mais inteligente
O livro ou a sabedoria
O mundo é uma escola
A vida é o circo
Amor palavra que liberta
Já dizia o Profeta
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Alguns trabalhos...
TRABALHOS GEOGRÁFICOS
Seminários de Projetos de Pesquisa - UDESC/FAED
GRANDE FLORIANÓPOLIS: REGIÃO METROPOLITANA OU AGLOMERAÇÃO URBANA?
http://www.udesc.br/reitoria/proppg/XVI_seminario/resumos_html/FAED_html
XXIV Semageo - UFSC
As transformações do espaço rural em urbano no Município de São José - SC
http://www.cfh.ufsc.br/~gcn/semageo%2025/resumo02.htm
Ibero-americano em educação - UFRJ
Cidade e Meio Ambiente: Imagens e Significados
http://www.pr5.ufrj.br/cd_ibero/biblioteca_pdf/meio_ambiente/10_imagem_significados_geografia_udesc.pdf
V IBERO AMERICANO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Percepção Ambiental: Uma ferramenta para a Educação Ambiental de jovens do Projeto Aroeira na Grande Florianópolis – SC.
http://www.viberoea.org.br/artigos/i_fichatrabalho.php~id=985&a=a.html
Relatório de Estágio em Licenciatura em Geografia -UDESC/FAED
Paisagem Geográfica na Ilha de Santa Catarina
http://www.pergamum.udesc.br/dados-bu/000000/000000000003/000003C1.pdf
Anais da 58ª Reunião Anual da SBPC - Florianópolis, SC - Julho/2006
REGIÃO METROPOLITANA DE FLORIANÓPOLIS / SC: AGLOMERAÇÃO URBANA OU METROPOLIZAÇÃO?
http://www.sbpcnet.org.br/livro/58ra/SENIOR/RESUMOS/resumo_611.html




