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sexta-feira, 1 de junho de 2012
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
4ª ponte para Florianópolis?
Eu sou contra!!
- Sou a favor de outras opções de transportes, coletivos e alternativos, como o transporte marítimo!
- Sou a favor do término da reforma da ponte Hercílio Luz!
- Sou a favor de um metrô de superfície!
- Sou a favor da real integração da região metropolitana da Grande Florianópolis/SC!
E você, o que acha?
Evento na UFSC:
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Aniversário da Ponte Hercílio Luz! O que comemorar?

Hoje 13 de maio de 2011 a Ponte Hercílio Luz comemora 85 anos!
Além da Grande Florianópolis e Santa Catarina em festa, o Brasil celebra o aniversário de um dos únicos símbolos arquitetônicos e culturais desse tipo ainda preservado!
Mas o que comemorar? [reflexão]
- Um dos únicos (se não o último) modelo desse tipo de ponte do Brasil e do mundo.
- Desde 1982 está interditada.
- Reformas, projetos e promessas 'comem' dinheiro da população.
- Possibilidade de melhorar a mobilidade de transporte na região, principalmente para passagem de pedestre, ciclovia ou via de metrô de superfície.
- Símbolo do estado Santa Catarina.
- Ponto Turístico reconhecido mundialmente.
- Identidade dos catarinenses e moradores da região da Grande Florianópolis, que se reconhecem e se identificam nessa obra arquitetônica.
- Grande valor cultural, histórico e arquitetônico.
- Reportagem recentes na mídia parecem 'preparar' a população para a possível perda desse patrimônio.
Dados históricos:
A ponte Hercílio Luz está localizada no estado brasileiro de Santa Catarina, foi construída para ligar o continente à ilha de Santa Catarina (ligando a parte continental da capital, Florianópolis, à parte insular). A ponte Hercílio Luz é uma das maiores pontes pênseis do mundo e a maior do Brasil. Teve sua construção iniciada em 14 de novembro de 1922 e foi inaugurada a 13 de maio de 1926. O comprimento total é de 819,471 metros, com 259 metros de viaduto insular, 339,471 metros de vão central e 221 metros de viaduto continental. A estrutura de aço tem o peso aproximado de cinco mil toneladas, e os alicerces e pilares consumiram 14.250m³ de concreto. As duas torres medem 75 metros, a partir do nível do mar, e o vão central tem altura de 43 metros.
[Fonte]
Reportagem sobre suas condições atuais:
Sítios:
Vídeo no Youtube:
http://youtu.be/ctkpsWhUiIY
Ponte Hercílio Luz - Wikipédia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ponte_Herc%C3%ADlio_Luz
Reportagem no Jornal Nacional [05/04/2011]:
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/04/ponte-hercilio-luz-em-florianopolis-corre-risco-de-desabar.html
domingo, 27 de março de 2011
Sítio com Perfis Topográficos Interativo!
Sítio: http://maps.esri.com/AGSFlex_Demos/FlexViewer21_viewItLive/index.html?config=cfg-ElevationProfile.xml
domingo, 20 de março de 2011
Parabéns São José e Fpolis - Mudanças nas Paisagens!
Em especial aos aniversariantes da semana:
As cidades de São José (19/03/1750) e Florianópolis (23/03/1726), SC
Série: 6º e 7º ano
Atividade: Observação da paisagem, Mudanças no espaço geográfico da Grande Florianópolis/Sc
Dicas: Construa no powerpoint essas representações, e insira animações, abra cada imagem de uma vez para aguçar a percepção e curiosidade dos alunos. Abaixo a versão em pdf que fiz com meus alunos, e as imagens do arquivo.
Fontes:
http://cerradoilha.blogspot.com/
http://sambaquinarede2.blogspot.com/2010/11/blog-post_23.html
http://floripatransportesexecutivo.wordpress.com/turismopontos-turisticos-2/
http://www.velhobruxo.tns.ufsc.br/ ¨http://hid0141.blogspot.com/2010/12/florianopolis-antigo.html
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
TRANSITE POR CASCAES!

Sobre Franklin Joaquim Cascaes
Nascido em 16 de outubro de 1908, em Itaguaçú, bairro hoje pertencente ao município de Florianópolis, Santa Catarina. Na casa em que vivia toda a produção era realizada na propriedade, com o trabalho no engenho de açúcar, de farinha de mandioca além da charqueada. Dentre doze irmãos, foi o filho mais velho, educado para exercer toda e qualquer atividade necessária ao desempenho da subsistência, entre elas, a confecção de balaios, cordas de cipó, cercas de bambu e tarrafas.
Franklin Joaquim Cascaes manifestou desde cedo interesse pelas histórias e eventos que diziam respeito ao processo de ocupação e colonização do litoral catarinense, mais especificamente da Ilha de Santa Catarina e ao modo de vida local.
Transformou, através de suas habilidosas mãos de artista, esse universo cultural num conjunto de desenhos, manuscritos e esculturas, criando ao longo de sua vida um acervo documental sobre a cultura popular do litoral catarinense. Foi descoberto pelo professor Cid Rocha Amaral, diretor da Escola de Aprendizes e Artífices de SC, ainda na adolescência, esculpindo na praia de Itaguaçú. Assim teve inicio sua formação profissional. Em 1941 foi admitido como professor da Escola Industrial de Florianópolis.
Salientamos que atualmente qualquer reflexão acerca das comunidades litorâneas catarinenses, é necessariamente atravessada pela obra de Franklin Joaquim Cascaes. Sua “obra não só nos informa do passado da cultura ilhoa, mas também tem o presente, importância política fundamental, pois são as reflexões e as mudanças contemporâneas que necessitam ser observadas, entendidas e atualizadas como linguagem política necessária para, futuramente, termos consciência do que queremos como cidadãos de Florianópolis do terceiro milênio”.
A obra de Cascaes hoje se encontra no Museu Universitário Professor Oswaldo Rodrigues Cabral/UFSC. Sua coleção leva o nome de “Professora Elizabeth Pavan Cascaes”, em homenagem a sua esposa. É composta de esculturas em argila crua e gesso, sendo os adereços confeccionados em tecido, madeira, papel, metais, desenhos a bico de pena e grafite, e manuscritos.
A representação destas imagens pelo artista se deu através de formas e temáticas diferenciadas, que no seu conjunto narram uma trajetória. Neste caso, a do homem do litoral catarinense e das comunidades pesqueiras da ilha de Santa Catarina, num espaço de tempo de quarenta anos, da década de 1940 a década de 1980 do século passado. É a arte como registro de um acontecimento que se preservada, fica gravada na história.
A coleção escultórica é dividida em 42 conjuntos temáticos. São esculturas de pequeno porte representando figuras antropomorfas, zoomorfas, ferramentas, instrumentos, utensílios, etc. Estas peças foram elaboradas com matéria-prima de origem orgânica (madeira e outras fibras têxteis celulósicas e protéicas) e inorgânica (metais, pedras sedimentárias - argila e gesso). Aos conjuntos estão associadas cenografias, como aquelas que reproduzem em maquetes, engenhos de fabricação da farinha de mandioca, rancho de pescadores, casa típica açoriana, entre outras, para as quais foram empregadas matérias-prima de distintas origens.
Os manuscritos produzidos por Franklin Joaquim Cascaes compõem-se de 124 cadernos escolares pequenos, 22 cadernos grandes e 476 manuscritos em folhas avulsas e/ou agrupadas numa quantidade máxima de 15 páginas, escritos à caneta esferográfica, caneta tinteiro e grafite. Também fazem parte desta coleção 114 documentos, entre os quais estão diários de classe, cadernos de recortes de jornais, provas de alunos, cadernos de aula, cadernos de visitas a exposições, cadernos de apontamentos de Elisabeth Pavan Cascaes.
A produção de desenhos é extremamente vasta, composta por 1439 desenhos tombados em 941 suportes em papel, e em seus desenhos o artista abordou temas dos mais variados. Os desenhos despertam uma variedade de discussões e elementos. São trabalhos sobre a pesca, cultivos da mandioca, festas profanas e religiosas, arquitetura, bruxaria, boitatás, lobisomens, cotidiano, vendedores, mitologia marinha, processos políticos, especulação imobiliária. E com destaque, ele nos mostrou artisticamente que as antigas relações culturais herdadas estavam desaparecendo através das intensas transformações urbanas.
Franklin Joaquim Cascaes tentou expressar da melhor forma possível o que viu e o que sentiu enquanto trabalhava. Percebeu as transformações ameaçando o cotidiano e o conhecimento popular dos habitantes da ilha, que corriam o risco de não serem lembradas pelas futuras gerações.
Os primeiros registros sobre atividade artística de Franklin Cascaes são de 1946, “Comecei a fazer este trabalho em 1946, quando tinha 38 anos. Comecei com dificuldade, porque era professor”. Até meados dos anos 1980, Franklin Cascaes desenvolveu inúmeros trabalhos de coleta de dados, utilizando diferentes técnicas e diversificando a temática. De formas distintas, Cascaes procurou registrar a cultura que se transformava.
Apesar de a maioria das pessoas associarem o nome de Franklin Cascaes a uma produção apenas bruxólica, mágica e lúdica, grande parte do seu trabalho não está ligado a estes temas. É constante a produção acadêmica, teatral e audiovisual sobre o artista e sua obra e a diversidade nela encontrada. Pode-se mencionar a peça de teatro de Gelci José Coelho (Peninha) o “Ataque Bruxólico”, escrito na década de 1970, mas que não chegou a ser encenada. Em 1984 um grupo teatral, apoiado pela Fundação Catarinense de Cultura, estréia a peça “Cascaes”, dirigida por Olga Romero. E “Hobarcú” de Sandra Alves, que traz algumas histórias da tradição oral da Ilha de Santa Catarina, repletas de mágicas, encantamentos e bruxas, cantadas, tocadas e iluminadas por três artistas mulheres que homenageiam o imaginário do folclore catarinense. Há ainda a minissérie apresentada na TV Manchete “Ilha das Bruxas”, projeto da jornalista Bebel Orofino, inspirada na obra de Cascaes. Também de Bebel Orofino podemos citar o vídeo “Santo de Casa”, um documentário sobre a vida e obra de Franklin Cascaes, e os audiovisuais “Balanço Bruxólico” e “Franklin Cascaes uma cultura em transe”.
Quem conhece seu acervo, sejam eles os cadernos, as esculturas ou os desenhos sabe que a amplitude de seu legado oferecerá sempre algo novo para pesquisas e discussões. Franklin Cascaes acompanhou criticamente o processo de modernização que ocorria nas comunidades, e isto está apontado e registrado em sua obra. O tempo e o espaço e as circunstâncias são transformadas, modificando o cotidiano da população local. O que incomodava Cascaes são as ausências, as transformações, a mudança que ele percebe no seu universo antes pacato e intocado, para isso precisou buscar uma forma de memorizar o passado que estava se perdendo.
Franklin Joaquim Cascaes desenvolveu uma ampla capacidade para absorver, captar e interpretar o que lhe passava diante dos olhos e o que lhe chegava aos ouvidos. É admirável a insistência com que Cascaes lutou para conscientizar, conservar e divulgar o patrimônio histórico e cultural ilhéu constituído pelas crenças e costumes. Criou até o ano de 1982 um grandioso acervo documental, base para uma infinidade de pesquisas a quem se interessar pelo universo da cultura popular ilhoa.
Enfim, é uma obra diversa, multi-facética, que pode e deve ser revelada aos brasileiros e nada melhor que ser conhecida através da divulgação através do selo postal. Sua obra nos faz rememorar, relembrar o passado, e como o próprio artista falava: “uma nação que não conhece a raiz da sua história, está muito aquém daquilo que ela devia ter como sua cultura”.
Fonte:
Aline Carmes Kruger Historiadora
Bebel Schaeffer. Florianópolis: Departamento de Comunicação e Expressão - Curso de Jornalismo, 1987. 1 videocassete (15 min): son., color. Umatic.
Maria Cristina Josizato. Florianópolis: Departamento de Comunicação e Expressão - Curso de Jornalismo, 1989. 1 videocassete (20 min): son., color. Umatic.
Vídeo documentário, produção Tatiana Baltar, Cleusa Teresinha Ramos e Joel Cordeiro. Lapis - Laboratório de Pesquisa em Imagem e Som, 1997, UFSC.
Imagens: http://www.flickr.com/photos/midiasdigitais/4025581279/in/dateposted/
quarta-feira, 8 de abril de 2009
OFICINA MINHA CIDADE
- Registro através de um desenho da cidade onde os alunos vivem, alguns alunos optaram por descrever, assim como outros preferiram representar a sua cidade natal e não a atual onde vivem. Tudo foi aceito e válido.
- Socialização dos desenhos, pois sendo na maioria representações do mesmo município, houve várias conotações diferentes.
- Observação de outras representações de Florianópolis: Revista "Eu Vivo Floripa!"Eu Vivo Floripa, de Paulinho Ferrarini, editora Letra ; o livro "Florianópolis: A cidade vista por seus personagens", editora Pentagrama; folders e mapas turísticos da cidade.
- Registrar a percepção dos alunos em ralação ao lugar onde moram.
- Discutir sobre os diferentes pontos de vistas sobre a mesma cidade, assim como relacionar com o que é passado pela televisão, jornal sobre estes lugares.
- Analisar as referências espaciais dos alunos.
- Introdução às formas de representações da cidade.
- Despertar nos alunos seus olhares para os lugares onde vivem; principalmente em relação as pesquisas que estão realizando, de que maneira o assunto pesquisado está presente, influi ou relaciona-se com sua cidade.
Algumas Considerações:
- Em praticamente em todos os desenhos os Morros de Fpolis estão presentes, tendo em vista a localização de moradia de nossos alunos. No entando nos mapas e folders, os morros parecem não terem moradores, pois são áreas verdes, sem nenhuma representação das vielas, casas e comércios.
- Na revista e no livro há apenas pessoas e lugares bonitos, refletimos: Será que é só isso que tem nossa cidade?, Porque não mostraram outras coisas?, Qual o objetivo desses materias?
- Outro ponto importante foi perceber como foi difícil para os alunos representarem toda a cidade, muitos não conseguiam se posicionar numa visão vertical como observadores. A maioria representou trajeto casa-escola ou a rua em que vivem.
sábado, 21 de março de 2009
Grande Fpolis em Festa!

Parabéns Florianópolis!
Neste dia 23/03/09 comemora 283 anos!

Parabéns São José!
Neste último dia 19/03/09 completou 259 anos!




