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domingo, 25 de agosto de 2013

Apontamentos: Leda Paulani

Conteúdo: Individualismo, Neoliberalismo e Pós-modernismo
Série: Superior
Atividade: Apontamentos de Livro


MODERNIDADE E DISCURSO ECONÔMICO – Leda Paulani
Capítulo 5 - Individualismo, Neoliberalismo e Pós-modernismo

Neste texto Leda Paulani (2005) discute as origens do Neoliberalismo, diferencia-o do Liberalismo Clássico, reforça como o ideário individualista pós-guerra contribui para esse sistema econômico. Aprofunda reflexões sobre o neoliberalismo e políticas de liberalização segundo Peters.
§  Qual a relação entre os termos: globalização, pós-modernismo e neoliberalismo?
§  O que é o mercado?
§  Qual a diferença de liberalismo e neoliberalismo?  O liberalismo nasce como doutrina social no fim do séc. XVII com Locke, com cunho filosófico e político e posteriormente econômico, com a defesa da propriedade privada, a ‘mão invisível’ de A. Smith. A questão da igualdade contrapondo com a liberdade tão importante para a condição humana, obediência civil e a felicidade da nação. O liberalismo fez, no entanto um distanciamento entre as classes sociais com a ascensão ao topo da classe com o poder político e econômico, e um distanciamento do Estado. O neoliberalismo é uma receita política econômica (abertura, estado mínimo, desregulamentação) que dá as condições materiais para que o capital se desenvolve e se mostre como realmente é.
§  Corelação: Utilitarismo à Liberalismo à Marginalismo à Desenvolvimentismo
§  Qual é o core do neoliberalismo? Segundo Peters: Informação imperfetita, liberdade individual e mercado.
§  Transição de modelos econômicos: Liberalismo à Keynesianismo à Neoliberalismo
§  Por que é tão necessária a derrubada do Keynesianismo para os neoliberais?
§  Relação: Capitalismo – Crise – Mercado – Estado. O liberalismo é abalado com a crise de 1929 (´perde o solo’) enquanto o neoliberalismo renasce pós crise de 1970 (‘ganha solo’).
§  A autora questiona: ‘O que seria a felicidade geral’?
§  De que forma o Totalitarismo apresenta como um dificultador para a ‘sociedade civilizada’ tão necessária para o Neoliberalismo? A liberdade individual é necessária para o Neoliberalismo?
§  O que são ‘estratégias de liberalização’?
§  Qual a relação da política de substituição de importações e desenvolvimentistas que se deu a industrialização de alguns países latino-americanos, como o Brasil, com o Neoliberalismo?
§  O que é escola de regulação? O que é o modo de regulação?
§  O que é o pós-modernismo? O que é o pós-modernismo radical, anárquico?

Referência:

PAULANI, Leda. Individualismo, Neoliberalismo e Pós-modernismo. In: Modernidade e Discurso econômico. São Paulo: Boitempo, 2005, p. 115-140.

Apontamentos: Giovanni Alves

Conteúdo: Toyotismo
Série: Superior
Atividade: Apontamentos de Livro


Trabalho e Subjetividade: o espírito do toyotismo na era do capitalismo manipulatório – Giovanni Alves

Neste texto Giovanni Alves (2011) aprofunda as discussões sobre as novas formas de acumulação de capital, detalha as relações de trabalho e organização das empresas japonesas, e relaciona com as novas necessidades do capitalismo após a crise de superacumulação.
O texto inicialmente me chamou a atenção por utilizar muitos termos biológicos e orgânicos. Acredito ser referência de fontes utilizadas pelo autor, pois que me parece sua atuação é na área de sociologia. Outras vezes os termos são precedidos por ‘socio-’, não no sentido de humanidade, mas num sentido de interação e coletividade.
A seguir, algumas questões centrais do texto, e na sequência faço um pequeno comentário:
§  Qual o espírito do toyotismo? O engenheiro japonês Taiichi Ohno cria o modelo denominado por Harvey de ‘acumulação flexível’, e aqui nesta obra (ALVES, 2011) é chamada de Toyotismo. Um modelo produtivo adaptado às demandas de mercado, uma produção enxuta, sem desperdícios, com qualidade total e que valoriza (ou pelo menos utiliza, explora) todas as habilidades produtivas do trabalhador. E este último para o operário era importante, pois se no fordismo o trabalhador não se reconhecia na produção e no produto final, no toyotismo o trabalhador é valorizado em suas ideias e o seu trabalho está presente em diversas funções na produção.
§  O que é a “captura” da subjetividade do trabalho? O termo ‘captura’ vem da visão de mais obtenção da mais-valia, agora também com a redução de custos e pela utilização de toda a capacidade (habilidade) produtiva do trabalhador. Acho que neste sentido o autor reflete sobre o espírito do toyotismo, no sentido de ocupar a essência do trabalhador.
§  O que é quarta Idade da Máquina? Das Revoluções Industriais (RI): 1ªRI – Máquina vapor; 2ªRI – máquina elétrica, motor a combustão; 3ªRI – máquina tecnológica, energia nuclear; nesta última vem a Revolução das Informações onde o autor coloca como a quarta idade da Máquina.
§  O Toyotismo faz uma continuidade ou ruptura ao Fordismo-Taylorismo? O autor argumenta das duas formas até citando outras fontes. Ao meu ver seria uma continuação nas formas de produção, uma evolução diante das novas necessidades capitalistas e ao contexto histórico pós 1970.
§  O que é o Just-in-time e Kanban? O primeiro, resumidamente, refere-se a produção em tempo zero, com a análise de mercado, sem desperdícios e sem estoque; o segundo (significa ‘cartão’ em japonês) relaciona-se a circulação,  visibilidade, acesso e uso de informações e dados da produção.
§  Como acontece as funções cerebrais no fordismo e no toyotismo? Uma reflexão importante que o autor traz é a como o fordismo-taylorismo na sua divisão e racionalização do trabalhador nas repetições de tarefas, permitiu que este não necessitasse utilizar tanto suas funções cerebrais, pensar. E contribuiu nas reflexões sobre suas funções e mais adiante torna-se um empecilho para o fordismo. Já no toyotismo, as ideias, capacidade de resolver problemas e a criatividade do trabalhador são cobradas.


Referência:
ALVES, Giovanni. O espírito do toyotismo. In: _____ Trabalho e Subjetividade: o espírito do toyotismo na era do capitalismo manipulatório. São Paulo: Boitempo Editorial, 2011. P.43-68

ALVES, Giovanni. A quarta Idade da Máquina. In: _____Trabalho e Subjetividade: o espírito do toyotismo na era do capitalismo manipulatório. São Paulo: Boitempo Editorial, 2011. P.69-88.

Apontamentos: François Chesnais

Conteúdo: Mundialização do Capital
Série: Superior
Atividade: Apontamentos de Livro


A Mundialização do Capital – François Chesnais
Capítulo 1: Decifrar palavras carregadas de ideologia

O Autor (Chesnais, 1996) trabalha termos importantes e aparecem recentemente no cenário mundial, todos atrelados e banalizados com outra palavra Globalização.
Uma observação que faço a partir dessa primeira leitura deste texto é a questão da ‘polarização’. O mundo que Chesnais menciona a 50 anos atrás é um mundo bipolar (EUA x URSS), após 1944, que tem suas rivalidades e diferenças ideológicas, comerciais e militares terminadas com alguns marcos simbólicos, a queda do muro de Berlin (1989) e o fim da URSS em 1991. Onde uma nova ordem mundial se coloca, num primeiro momento a expansão econômica e cultural estadunidense, e em outro ora chamado de mundo multipolar, pela divisão dos Países Centrais e Países Periféricos (Países Desenvolvidos e Países Subdesenvolvidos), ora chamado de multipolar pela organização dos países em Blocos Econômicos e suas áreas de abrangência.
Outras reflexões e indagações a partir do texto:
Qual é a ‘tríade’ que tanto o autor relaciona termos e momentos? O autor menciona ‘pólos tríades’, ‘escala tríade’ e ‘mundo tríade’.
Qual a diferença de globalização e mundialização?  Além de um norte-americano e administrativo o outro francês e econômico, acho que possuem ideais diferentes. O termo globalização trouxe uma ideia de processo benéfico e necessário. Talvez por que tudo hoje se atrele ou se justifique pela globalização, deste jeito, este termo já se tornou vago, ambíguo, mas com certeza não neutro.
Qual a diferença entre Investimentos Internacionais e Comércio Exterior?
Qual a relação entre a mundialização do capital e a adaptação dos Estados, das Economias? Num primeiro momento fala-se de uma ‘irreversibilidade’, para reafirmar essa necessidade de adaptação. O autor menciona a capacidade dos países em desenvolvimento em atrair investimentos. Também é colocado em concorrência as diferenças no preço na força de trabalho entre países (Mais valia relativa?). Terceirização.
            Qual a relação entre liberalização e desregulamentação? Nesta mundialização do capital é marcado pelas perdas de forças do Estado, políticas de privatização, formações de oligopólios, transformações produtivas, inovações tecnológicas (comunicação).
            Qual a relação do toyotismo e as multinacionais? A flexibilização na acumulação do capital, nos contratos de trabalho e na organização do trabalho ao meu ver vieram ao encontro das novas necessidades das empresas transnacionais.
            Vivemos num mundo ‘sem fronteiras’, ‘sem nacionalidade’?  O texto relata fatos transfronteiriços, do modo como a economia aproxima os países (de forma diferente), empresas investindo e localizando-se em outros países, o inglês sendo uma língua capitalista atual, acordos entre países.
  
Referência:

CHESNAIS, F. Decifrar palavras carregadas de ideologia. In: A Mundialização do Capital. São Paulo: Xamã, 1996, p. 21-43.

Apontamentos: Giovanni Alves

Conteúdo: Globalização
Série: Superior
Atividade: Apontamentos de Livro


A GLOBALIZAÇÃO E O CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO – Giovanni Alves
Capítulo: Globalização, Mito ou Verdade? Um debate sobre as origens da Globalização

O que é a Globalização? O autor nesta parte do livro (Costa, 2009) contrapõe pontos de vistas sobre a Globalização, um termo complexo que ganhou mais popularidade, ou mais uso, com a desagregação da URSS em 1991 (período chamado por outros de Guerra Fria, Velha Ordem ou Mundo Bipolar). Edmilson Costa também relaciona à essa reflexão o papel do Estado, que algumas vezes é minimizado, outras fortalecido.
Globalização, Imperialismo e Mundialização, qual a relação entre esses termos? A atuação além das fronteiras nacionais. Imperialismo aqui não é territorial e sim econômico, político e cultural. Outros termos poderíamos acrescentar a essa questão: oligopólios, transnacionais, multinacionais, neoliberalismo, neocolonialismo (África e Ásia), relação entre os países no processo histórico (DIT, Divisão Internacional do Trabalho), blocos econômicos.
Qual é o papel do Estado atualmente? Percebe-se que há uma diferença na atuação dos Estados entre os países centrais (regulação macroeconômica) e os países periféricos.
Na Globalização neoliberal qual o papel do mercado? O Mercado é regulador da vida social, sendo uma entidade mítica (‘a mão invisível’); neste contexto também baseia-se na iniciativa privada como operadora do sistema, e na política de Estado mínimo e desregulado. No entanto, querem um Estado forte para leis e garantir os contratos.
A Globalização é um Mito? Alguns pensadores citados no texto minimizam ou banalizam a Globalização, e reforçando a ideia de fenômeno ‘irreversível’, ou até que esse fenômeno não existiria, mas o autor é contrário a essa concepção.
Qual a origem da Globalização? Para alguns a Globalização surge nas primeiras trocas comerciais, nas Grandes Navegações, para outros a partir do advento das novas tecnologias, ou com o capitalismo financeiro (intensificação dos fluxos). Da sua origem seguiria acompanhando as mudanças produtivas e tecnológicas, como as etapas do capitalismo ou das revoluções industriais (ex: Colonialismo, conquista da América; Neocolonialismo, Revolução Industrial; Nova Ordem, fim da URSS). Cita o autor que as ‘companhias monopolistas’ viraram as atuais ‘empresas transnacionais’.
Globalização e Capitalismo: processos afinados e contraditórios? Ao mesmo tempo que a Globalização enriqueceu o mundo cultural e científico, levou riqueza a muitos povos, convive com pobreza e desigualdades (até a homogeneização cultural estadunidense poderíamos citar, ou ‘hegemonização’ do pensamento como citado pelo autor). Elementos intrínsecos à Globalização e ao Capitalismo: crise, limite estrutural oriundo da lógica do capital.
            Concluo com uma reafirmação do autor: “a globalização é a forma que o grande capital encontrou para ampliar o seu domínio pelo mundo, apropriar-se do patrimônio público, reduzir a regulação do Estado a seu favor e cercear a atividade do movimento operário” (Costa, 2009, pág.54). E neste processo ampliam-se as desigualdades entre os países (‘centros hegemônicos’ x ‘periferias espoliadas’). Temos que aceitá-lo para criar estratégias sociais e políticas para sobrevivermos (nós, Tercei Mundo) a este fenômeno.

Referência:

COSTA, Edmilson. Globalização: mito ou realidade? In: A globalização e o capitalismo contemporâneo. 2 ed. São Paulo: Expressão Popular, 2009, p. 41-67.

Apontamentos: David Harvey

Conteúdo: Transformações do Capitalismo no final do século XX
Série: Superior
Atividade: Apontamentos de Livro



CONDIÇÃO PÓS-MODERNA – David Harvey
Parte II - A Transformação político-econômica do capitalismo do final do século XX


Quais transformações capitalistas ocorriam no final do século XX, em termos econômicos, geopolíticos e sociais? Se a acumulação de capital é uma das finalidades do capitalismo, como esse modo econômico e social modificou-se durante este período de transformações do século XX? Mesmo com toda a dinâmica e surpresas capitalistas, este sistema tem como propensão o caos, crises? Estas são algumas minhas indagações para refletirmos a partir da leitura desta parte do livro Condição Pós-Moderna (Harvey, 1998).
O recorte temporal deste contexto é um período de incertezas, que ultrapassa antigos modelos produtivos e tende a novos modos de produção, trabalho e consumo. Inicialmente, do término da Segunda Guerra Mundial (1945), o mundo pós-guerras desencadeou profundas transformações político-econômicas do capitalismo. O equilíbrio de poder prevalecia entre o trabalho organizado, capital corporativo e o Estado. Os Estados Unidos nesse período encontram-se fortalecidos em termos produtivos e militares. A Europa Ocidental que vem se reerguendo, recebe ajuda com o Plano Marshall, assim como o Japão, ambos com auxílio e investimentos estadunidenses.
Enquanto no final do século XIX fusões marcavam um capital monopolista, o século XX firmava-se o capital corporativo.
Este período, em outras fontes, também é chamado de Capitalismo Industrial ou Segunda Revolução Industrial. A produção de carros, construção de navios, produtos petroquímicos, o aço, borracha tornavam-se propulsores do crescimento econômico.
Dentro das indústrias automobilísticas, Henry Ford racionaliza velhas tecnologias, de divisão do trabalho, tarefas repetitivas, trabalhador em posição fixa. As ideias administrativas de Taylor acrescentam ao modelo fordista, o método de separação de gerência, concepção, controle e execução. Desta forma, o trabalho é pensado por uns e executado por outros, estes últimos cada vez mais alienados, explorados, rotinizados e entediados. Tanto que movimentos sindicalistas se fortalecem em paralelo ao aumento da produção. Em 1914, Henry Ford para atrair os trabalhadores vem com a recompensa de cinco dólares por oito horas de trabalho (em vez de dez horas), marco considerado do início do fordismo. Algo que me chamou a atenção no texto, foi a percepção fordista para aumentar consumo: pois segundo Ford era necessário dar tempo e lazer para os trabalhadores, e estes tinham que saber gastar esta renda, daí investindo também em assistência social para um consumo prudente e racional.
Alguns entraves para o desenvolvimento do fordismo constava nesses períodos entre guerras, falta de habilidade na rotina do trabalhador e controle do processo produtivo. Nas fábricas de Ford havia um aproveitamento de mão de obra de imigrantes, enquanto os americanos hostilizavam essa forma de produção. A centralização do capital, economias de escala mediante a padronização do produto também refreavam a competição intercapitalista.
O Liberalismo econômico que vivia-se intensamente, marcado pelo livre comércio, oferta e procura, o mercado se auto-regulando, viu-se abalado principalmente com a Crise de 1929, quebra na bolsa de valores de Nova Iorque, seguiu com o período da Grande Depressão, e depois com outras crises como a Crise de 1973, do preço do petróleo.
O New Deal, política do novo acordo, de Roosevelt fez-se necessário para salvar o capitalismo. Assim a presença do Estado foi pensada e cobrada, com o Keynesianismo. O controle dos ciclos econômicos foi combinado com o aumento dos padrões de vida (pelo menos de poder aquisitivo) e pela política de bem estar social, controle de relações de salário.
As reações trabalhistas, movimentos de minorias, como mulheres, crianças e de desprivilegiados aumentavam. Uma cultura internacional se espalhava diante do massacre de culturas locais do Terceiro Mundo.
O modelo fordista rescindia-se e não dava mais conta das novas necessidades capitalistas no final do século XX. Por conseguinte não houve ruptura, e sim uma transição da ‘produção em massa’ e ‘consumo em massa’, do modernismo fordista (‘acumulação rígida’) para o pós-modernimo toyotista (chamado por Harvey de ‘acumulação flexível’), pelo efêmero, o diferente, a novidade, a moda e a mercadificação de suas formas culturais.
Algumas características da acumulação flexível: flexibilização dos processos de trabalho, necessidades específicas de cada empresa, mobilidade geográfica, pequena escala, tempo de giro (Just-in-time), ‘desregulamentação’, informações precisas do mercado, capital financeiro. Um modelo produtivo adaptado às novas demandas capitalistas e modelo econômico neoliberal.
Contudo, percebe-se no trabalho de Harvey uma análise minuciosa de fatos que marcaram o século XX, dados econômicos e movimentos sociais que refletiam mudanças nos processos produtivos. Diante destas instabilidades o capitalismo teve que se reafirmar e logo se mobilizar para continuar soberano. Destaco ainda a reafirmação de Harvey das ideias de Marx sobre a inconsistência e contradições capitalistas, que possui uma propensão a crises.
É interessante também a análise de Harvey da ‘compressão do espaço-tempo’ no mundo capitalista. Determinado a passar por momentos de superacumulação e outros de crises.
Neste sentido observamos elementos que culminaram nas transformações do final do século XX, complementados pelas mudanças produtivas de capital, da rigidez à flexibilidade capitalista.


Referência:
HARVEY, David. Condição pós-moderna: Uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. 7ª Ed. São Paulo: Edições Loyola, 1998. Parte II, p. 115-184.